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Apresentado Tomo 56 dos Cadernos Vianenses, que reúne contributos de 11 autores

Atualizado: 28 de jan. de 2023



A Sala Couto Viana, na Biblioteca Municipal de Viana do Castelo acolheu, esta sexta-feira, a apresentação pública do Tomo 56 dos Cadernos Vianenses, publicação que compila textos, artigos, opiniões, ideias e testemunhos de 11 autores, ao longo de 422 páginas.

Estes Cadernos são uma fonte de memórias e repositório do património de Viana do Castelo. Trata-se de uma edição da Câmara Municipal, com publicação periódica desde outubro de 1978. Habitualmente, são lançados no final de cada ano, refletindo sobre diversos temas, através de um ponto de vista académico dos colaboradores.

A partir do Tomo 44, em 2010, os Cadernos Vianenses passaram a ser publicados com uma regularidade anual.


Esta é já a 56ª edição e é referente ao ano 2022. A coordenação editorial cabe a Rui A. Faria Viana, diretor da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo (BMVC) e prefácio de Luís Nobre, Presidente da Câmara Municipal.

A presente edição está dividida em três secções: Identidade e Memória, que reúne os textos “A Biblioteca Municipal de Viana do Castelo: antecedentes, criação, e abertura ao público”, por Rui A. Faria Viana; “Ex-líbris de Viana em selos e inteiros postais”, por José Miranda da Moita; “IV Missão Estética de Férias (MEF) realizada em Viana do Castelo/1940”, por Gonçalo Fagundes Meira; “O espírito do lugar, Viana do Castelo. Premissa potenciadora da imagem na construção da memória e perspetiva contemporânea imagética”, por Manuel Brázio.


Segue-se a secção Figuras, com “Dom Frei António do Desterro (1694-1773): um vianense à frente da Diocese do Rio de Janeiro”, por António Matos Reis; “Viana em Camilo: Os Brilhantes do Brasileiro [1869]”, por David F. Rodrigues; “Himalaya em Viana do Castelo”, por Jacinto Rodrigues; “Domingos António Meira: príncipe dos estucadores vianenses”, por Filipe Freitas; “Felipe Fernandes: o homem e a sua obra – humanista nas letras e na vida associativa”, por Francisco José Carneiro Fernandes.


A finalizar, a secção Património, com dois textos: “Afife do paleolítico ao castrejo”, por António Rodrigues França Amaral; e “As alterações climáticas e os primórdios das espécies humanas em Afife”, por Horácio Faria. A capa é da autoria de Rui Pinto e design de Rui Carvalho.


Na apresentação do Tomo 56 dos Cadernos Vianenses, o Presidente da Câmara Municipal, Luís Nobre, assegurou que o tomo reúne “um conjunto de belíssimos textos que nos ajudam a interpretar o nosso passado e a pensar e preparar o nosso futuro”, agradecendo a todos os colaboradores que “com entusiasmo e energia” proporcionam a Viana do Castelo uma publicação de elevada qualidade e disponibilizam “o seu saber” à comunidade. Agradeceu, em particular a coordenação de Rui A. Faria Viana, diretor da BMVC pela “capacidade de trazer intérpretes colaboradores no desenvolvimento dos Cadernos, e também outros autores e temas para que todos os anos eles possam despertar o interesse coletivo no sentido de interpretarmos o que são descrições, representações, interpretações de autores do passado, história dos acontecimentos, da representação e evolução dos equipamentos na cidade”, como o caso da Biblioteca Municipal ou dos achados arqueológicos mencionados na presente edição.

O Vereador da Cultura, Manuel Vitorino referiu que “do voo rasante que fiz sobre os trabalhos que aqui estão, abriu-se um conjunto de janelas” e que “se pudesse vivia numa biblioteca”, tendo-se declarado um “assíduo visitante” destes equipamentos culturais. “Temos aqui um manancial de informação que nos ajuda a enriquecer e a ter leituras muito diversas sobre o nosso património coletivo”, declarou.

O diretor da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo e coordenador editorial dos Cadernos Vianenses, Rui A. Faria Viana, destacou as “colaborações muito interessantes com pessoas de grande categoria”. “É mais um número que me dá muito prazer para incluir nesta edição que já é a 56” mas que “a essência dos Cadernos Vianenses se mantém”. Rui A. Faria Viana adiantou ainda que “o número 57 vai incluir trabalhos dedicados ao centenário do nascimento de António Manuel Couto Viana”.



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