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Apresentados dois livros da coleção “Casas Armoriadas do concelho dos Arcos de Valdevez”

No âmbito do VI Congresso Internacional Casa Nobre, que decorreu na Casa das Artes de Arcos de Valdevez, entre 10 e 12 de novembro, foram apresentados dois livros da coleção “Casas Armoriadas do concelho dos Arcos de Valdevez” e entregue o prémio D. Fernando José de Mascarenhas, Marquês de Fronteira.



O VIII volume das Casas Armoriadas do Concelho dos Arcos de Valdevez é dedicado à Casa e Quinta de St.º António de Faquelo, no lugar de Faquelo, em Arcos de Valdevez (São Paio), sendo os seus autores Armando Barreiros Malheiro da Silva, Luís Pimenta de Castro Damásio e João Carlos Gachineiro e editado pelo Município de Arcos de Valdevez.


Esta casa, construída cerca de 1660, permaneceu na família Magalhães Lançós, até 1868. A capela da casa, dedicada a Santo António, foi edificada no mesmo período de 1660. A casa é vendida pela família no ano de 1929, vendida de novo em 1944 e 1990. Recentemente, novos proprietários adquirem o imóvel, esperando-se a valorização e dignificação desse espaço habitacional condizente com a antiguidade e caracterização da mesma.


Durante o Congresso também foi apresentado o livro O Foral Novo dos Arcos de Valdevez – três séculos e meio de tensões e desafios, de autoria de Paula Pinto Costa, da Faculdade de Letras da Universidade do PortoUP, contando com transcrição paleografia de Joana Lencart e Bernardo Magalhães e Menezes.


Esta obra publica o foral novo dos Arcos de Valdevez, de 1515, anotado e completado por um conjunto de sentenças registadas ao longo dos séculos subsequentes (até 1715), o que atualiza e muito o conhecimento sobre o estudo da propriedade, direitos e deveres, compromissos e isenções da população arcuense e integra a coleção Documentação das Casas Armoriadas dos Arcos de Valdevez.


O Presidente do Município de Arcos de Valdevez salientou que “temos de saber preservar e identificar o património para o podermos proteger e defender, sobretudo quando muito do passado está em acentuado esquecimento, degradação e destruição. A defesa desse conhecimento é uma missão que cabe a todos e a cada um dos arcuenses”.


No encerramento do VI Congresso Internacional Casa-Nobre: Um Património para o Futuro, ocorreu a divulgação pública e anúncio do agraciado com o prémio D. Fernando José de Mascarenhas, Marquês de Fronteira, momento que contou com a presença de Joel Moedas, Vice-Presidente da Fundação Casas de Fronteira e Alorna.


Este prémio, promovido pelo Município arcuense, destina-se a promover a investigação e comunicação com maior destaque, produzida por investigadores em fase de doutoramento ou mestrado ou simples investigadores, e corresponde a um incentivo e reconhecimento pelo trabalho realizado no âmbito do Congresso.


“Este Congresso é mais uma iniciativa de grande valor para a estratégia de valorização e promoção do património cultural do concelho, que tem cada vez mais um forte impacto no desenvolvimento socioeconómico de Arcos de Valdevez”, refere o Presidente da Câmara Municipal.





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