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Baldio de Riba de Âncora é exemplo de boas práticas e promoção da sustentabilidade



O Baldio de Riba de Âncora "é um exemplo e continua a liderar no que toca a boas práticas, partilhando a sua experiência", garante o Município de Caminha em nota informativa. A mais recente iniciativa, cumprida este sábado, teve por tema “Silvicultura e Sustentabilidade do Baldio”. O programa incluiu uma visita ao Souto do Rego Grande, conferência e mesa redonda e convívio.

"O extraordinário desempenho do Baldio de Riba de Âncora tem vindo a ser reconhecido e partilhado.", recorda o Município de Caminha. Em maio último, seria mesmo o Ministro do Ambiente e da Ação Climática, Duarte Cordeiro, a destacar este bom exemplo, durante a visita ao concelho de Caminha, onde participou no Encontro Distrital de Sapadores Florestais do Alto Minho.


No passado sábado, a visita ao Souto do Rego Grande permitiu constatar que "a prática da silvicultura e a promoção da sustentabilidade dos baldios são viáveis, geram receitas e defende o território", refere o Município em comunicado, acrescentando que "uma gestão adequada é sinónimo de sucesso e de boas práticas." Durante a visita, os participantes puderam apreciar a exploração de ovinos e caprinos, verificar a forma como é realizado o controlo das invasoras através da pastorícia e o tomar conhecimento do viveiro de espécies cinegéticas para repovoamento.

A conferência foi dominada por aspetos ligados à prevenção de incêndios florestais, ao controlo e redução das espécies invasoras. Intervieram diversos oradores, numa sessão iniciada pelo Presidente da Câmara Municipal de Caminha, Rui Lages, e moderada pelo Presidente do Conselho Diretivo dos Baldios de Riba de Âncora, Paulo Alvarenga. A sessão de encerramento contou com a intervenção de Tiago Brandão Rodrigues, Presidente da Comissão Parlamentar do Ambiente e Energia.

Recorde-se que o Conselho Diretivo dos Baldios de Riba de Âncora promoveu a plantação de castanheiros (15 hectares em projeto), mas muitos deles já plantados. Trata-se de uma área vedada com o objetivo de proteção à produção dos castanheiros (vandalismo e animais selvagens). O Baldio pratica a gestão de combustíveis com recurso a pastorícia com ovelhas (20 no momento, mas serão 40 no total) e 50 cabras bravas. De referir que a rede utilizada na vedação é a primeira a ser aplicada em Portugal com acompanhamento da empresa produtora.


O espaço vedado é também habitat natural do coelho bravo, perdiz e faisão em colaboração com as associações de caçadores locais. A energia utilizada na exploração é de fonte renovável (solar), estando já colocados seis painéis solares que alimentarão toda a exploração.

Existe também sistema de videovigilância 24 horas, em tempo real diurna e noturna com câmaras de infravermelhos, sendo também um auxílio à vigilância com principal incidência na época crítica para a ocorrência de incêndios florestais.

O baldio, adianta o Município, contará ainda com um parque de visitas para as escolas e público em geral, podendo estes estar em contacto com a natureza e os animais em simultâneo. "Este espaço será uma fonte de rendimento para o baldio, permitindo ter acesso a subsídios dos animais e do souto. Tem com objetivo também visitas turísticas.", rematam.





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