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Câmara de Valença quer comprar e recuperar o Antigo Colégio Português por 1 milhão e 650 mil euros



A Câmara Municipal de Valença informa que aprovou a manifestação de interesse na aquisição do edifício do antigo Colégio Português, em reunião do Executivo de 9 de novembro. A proposta de 1 milhão e 650 mil euros foi apresentada pelo Presidente da Câmara, José Manuel Carpinteira e aprovada, por unanimidade.

O imóvel do Antigo Colégio Português nasceu por vontade de um benemérito valenciano, Joaquim Apolinário da Fonseca. Valenciano, bairrista, com uma ampla dedicação à vida social e económica do concelho, deixou à Santa Casa da Misericórdia de Valença a verba para a construção do Asilo Fonseca, um asilo para a infância desvalida.


O edifício começou a ser construído em 1910, mas só em 1928 foi inaugurado. Nesta ocasião, a Santa Casa da Misericórdia assinou um contrato de comodato com a Congregação das Irmãs Franciscanas Hospitaleiras da Imaculada Conceição que permaneceram até 1974, com a designação de Colégio Português.


Posteriormente, o Colégio Português funcionou como liceu, Casa da Cultura, Escola Secundária, Biblioteca Municipal e, por fim, sede da ESCE - Escola Superior de Ciências Empresariais. Desde a saída desta Escola deixou de ter qualquer utilização.


Assim, a autarquia adianta, em comunicado, que "formalizará esta proposta de compra do edifício à Santa Casa da Misericórdia de Valença."


O Presidente da Câmara, José Manuel Carpinteira, considera que “Este é um imóvel emblemático para Valença. A recuperação do Antigo Colégio Português e área envolvente é uma obrigação de Valença e dos Valencianos e permitirá colocar este ex-libris de Valença, de novo ao serviço da nossa comunidade nas áreas sociais e culturais, proporcionando à cidade uma nova centralidade, com a qualificação urbana de todo o espaço”.


Ao longo destes 94 anos de existência, "o imóvel é transversal à história de muitas gerações de valencianos e portugueses que por aqui passaram, nos seus percursos de vida, sobretudo académicos.", refere o Município.


O imóvel de planta hexagonal, com um extenso e singular volume de construção de onde se destacam, ainda, a torre do zimbório e a capela de Nossa Senhora de Fátima, "destaca-se pela sua imponência a todos quantos circulam nas avenidas centrais de Valença".





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