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CIM Alto Minho debateu gestão de recursos ambientais com Ministro do Ambiente e da Ação Climática

A Comunidade Intermunicipal do Alto Minho (CIM Alto Minho) reuniu-se ontem, dia 10 de maio, em Castro Laboreiro (Melgaço), com o Ministro do Ambiente e da Ação Climática, em Castro Laboreiro, para discutir, entre outros assuntos, a gestão do corredor de alta tensão no Alto Minho e o ciclo urbano da água.





várias pessoas sentadas à mesa em forma de U, discutindo assuntos

Além da presença do Ministro, Duarte Cordeiro, o encontro contou com a participação do Secretário de Estado do Ambiente, Hugo Pires; do administrador do Grupo Águas de Portugal, Pedro Vaz; do presidente das Águas do Alto Minho, Fernando Coutinho Vasconcelos; do presidente das Águas do Norte, José Luis Vale, do administrador-delegado da RESULIMA e ValorMinho, Miguel Ferreira; da vice-presidente da CCDRN, Célia Ramos; e do vice-presidente do Conselho Diretivo da APA, Pimenta Machado. Participaram via remota as entidades com responsabilidade nas temáticas abordadas, tais como a REN e a da equipa da Agência Portuguesa do Ambiente (APA).

De acordo com nota da CIM Alto Minho, "Um dos objetivos da reunião foi encontrar soluções que contribuam para o equilíbrio entre a exploração sustentável dos recursos ambientais do território e o seu desenvolvimento económico e social, tendo em consideração os interesses das populações locais."

pessoas sentadas à mesa, em forma de U, discutindo assuntos
Todos os autarcas do Alto Minho marcaram presença na reunião

Em relação ao ciclo urbano da água, os autarcas do Alto Minho enfatizaram a importância de maximizar os recursos financeiros disponíveis no PO Regional, dando nota de uma redução muito significativa dos recursos FEDER em discussão na contratualização com as CIM Alto Minho, surgindo assim a necessidade de, em conjunto com o Governo, explorar outras fontes de financiamento para melhorar a qualidade dos serviços prestados no território em relação ao abastecimento de água, drenagem de águas residuais e gestão de resíduos urbanos. O objetivo é atingir níveis de atendimento que comparem positivamente com as taxas de atendimento da drenagem e tratamento das águas residuais e de reciclagem dos resíduos sólidos da Região Norte e do país.

A estratégia “Alto Minho 2030” também foi apresentada, com destaque para a componente “Natureza e Transições Climática e Energética”, cujos desafios passarão pela regeneração dos ecossistemas e paisagens, valorizando a biodiversidade e os recursos; pela transição energética para fontes de energia limpas e renováveis; pela adaptação às alterações climáticas e a prevenção de riscos naturais; e valorizar; e pela preservação dos sistemas agroflorestais e os seus produtos.

Foi ainda dada nota da aposta da CIM Alto Minho, em conjunto com o Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC) e outras entidades do território, na criação de centros de transferência de conhecimento e inovação (centros de interface tecnológica), de que é exemplo o CiTin - Centro de Interface Tecnológico Industrial, mas também da necessidade de o Alto Minho se afirmar noutras vertentes fundamentais, como é o caso da economia azul e energias oceânicas; do sector agroalimentar e de serviços de ecossistema (retenção de carbono).

A concluir, a CIM Alto Minho refere que "A equipa do Governo e as outras entidades presentes disponibilizaram-se para colaborar com a CIM Alto Minho no trabalho conjunto."


Abastecimento e drenagem de água

A média de alojamentos servidos no Alto Minho é de 93% quando a média nacional e regional é ligeiramente superior (94% vs 96%); as perdas nos sistemas são ainda substanciais e os consumos acima da média da região Norte (m3 por habitante 48,2 vs 45,1 m3/hab).


Drenagem de água residual

A drenagem de água residual apresenta valores consideravelmente mais baixos que variam entre os 37% e os 82% (Alojamentos servidos: Continente: 86% | Norte: 82% | Alto Minho: 62%).


Resíduos Urbanos e reciclagem

Ao nível dos resíduos urbanos, o Alto Minho praticamente mantém nos anos mais recentes o peso dos resíduos enviados para aterro, e tem ainda um longo caminho a percorrer por forma a reforçar a gestão sustentável dos resíduos (Aterro: Continente: 55% | Norte: 50,9% | Alto Minho: 87,8%), sendo que as percentagens de Reciclagem também são ainda baixas: Continente: 13,1% | Norte: 13,2% | Alto Minho: 11,4%.





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