Câmara de Viana avança com projeto de restauro e conservação do Chafariz da Praça da República
top of page

Peneda Gerês TV

Multimédia e Comunicação

  • Facebook Social Icon
  • Twitter Social Icon
  • Instagram

Pub

Câmara de Viana avança com projeto de restauro e conservação do Chafariz da Praça da República


A Câmara Municipal de Viana do Castelo vai promover um projeto de conservação e restauro do Chafariz da Praça da República, ex-libris da principal sala de visitas da cidade.



A Câmara avança que "em causa estão patologias da pedra que afetam o chafariz, a necessidade de substituição da tubagem interior e da consolidação da estrutura."


De acordo com especialistas na área, informam, "é necessário que o chafariz seja totalmente desmontado para ser tratado e voltar a ser colocado, o que obedece a um projeto técnico específico não só de consolidação da estrutura como de tratamento das patologias do granito, com o acompanhamento da Direção Regional de Cultura do Norte. Dada a classificação do monumento como Património Nacional, a obra também carece de validação da Direção Geral do Património Cultural".


Chafariz da Praça da República

O Chafariz da Praça da República data do século XVI. Foi construído, ou pelo menos concluído em 1559, sendo obra do mestre canteiro João Lopes "o velho", o mesmo que alguns anos antes executara o chafariz de Caminha e, muito provavelmente, alguns dos chafarizes semelhantes que podemos encontrar em cidades galegas como Pontevedra. Foi, durante vários séculos, o ponto de abastecimento de água potável da população vianense e, pela sua monumentalidade e localização, uma das referências urbanas do burgo.


O chafariz corresponde a uma construção de arquitetura infraestrutural, maneirista. Representa um chafariz central de tanque de planta circular, formado por lajes exteriormente decoradas com almofadas côncavas e denticulado, colunas galbadas ornadas com motivos vegetalistas diferentes e duas taças, também circulares, com várias molduras e friso denticulado, rematado em coruchéu vegetalista, num claro esquema piramidal. Juntamente com o chafariz do Porto (1544), de Pontevedra (1549) e de Caminha (1551) converteu-se no protótipo de fonte pública custeada pelo concelho durante os meados do século XVI.



0 comentário
bottom of page