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"Humildade" pela Companhia de Teatro de Braga no Teatro Diogo Bernardes

Na próxima sexta-feira, 30 de outubro, às 22h00, no Teatro Diogo Bernardes, em Ponte de Lima, sobe à cena o espectáculo de teatro Humidade, pela Companhia de Teatro de Braga, um texto de Bárbara Colio, com encenação de Rui Madeira e interpretação de Solange Sá e André Laires.


Num fim-de-semana em que as restrições impostas pela Covid-19 nos impedem de sair dos limites territoriais do concelho ou, quando muito, apenas sair para concelhos limítrofes, o Teatro Diogo Bernardes convida a uma vinda ao teatro, garantindo total segurança aos espectadores e proporcionando uma noite diferente, na certeza de que não sairão defraudados e, pelo contrário, mais enriquecidos culturalmente.

Vindos dos outros lados do mundo, Ela e Ele, o Outro e a Outra, Um e Uma, “desencontram-se” num hostel de uma cidade húmida (Braga, Santiago). Cruzamentos de vidas em viagem, presas pela chave da porta. A fobia do encontro no enquadramento da foto, a vontade de representar no Skype e a solidão que a chuva miudinha acentua. Parafraseando Hopper, não existe uma distancia demasiado fria. A coisa foi vista. O tempo parou. E os personagens vivem um acontecimento apaixonante, num quadro do desespero da nossa contemporaneidade.

«O espetáculo parte de uma encomenda feita pela Companhia de Teatro de Braga à autora mexicana Bárbara Colio para escrever o texto e o encenador diz que o mesmo é “uma comédia, que fala da ideia de fronteiras, aqui no aspeto físico entre a América Latina e a Europa, mas também das raízes comuns do ponto de vista histórico e cultural”.

Em cena, estão dois personagens, um homem e uma mulher, que fazem o papel de seis personagens, no caso três casais. O enredo, revela Rui Madeira, “tem uma abordagem temática que passa pela tentativa das personagens em recuperar uma ponte romana que era objecto de um culto de um santo”. A história situa-se entre Braga e Santiago de Compostela e o santo que se tenta recuperar “pode ser o São Frutuoso ou o São Tiago” havendo "uma mitologia, na peça, à volta desse lugar sagrado”. O resultado, diz, “é uma comédia ou uma tragédia, dependendo daquilo que o espectador quer ver”.»

autor | Bárbara Colio

tradução | Ivonete da Silva Isidoro

encenação | Rui Madeira

cenografia | Acácio Carvalho

figurinos | Manuela Bronze

iluminação | Nilton Teixeira

desenho de som | Pedro Pinto

gravação e edição áudio das vozes | Luís Rosa Lopes

fotografia | Eduarda Filipa

design rótulo vinho “Passo Santo” | Ana Roque Sá

vídeo | Maria Augusta Produções

elenco | Solange Sá, André Laires


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