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João Afonso com CouraVoce sobe ao palco do Centro Cultural de Paredes de Coura

Já esta sexta-feira, pelas 21h30, João Afonso, acompanhado pelo CouraVoce, sobe ao palco do grande auditório do Centro Cultural, para apresentar um espetáculo comemorativo, com um conjunto de canções criadas ao longo de duas décadas de música, desde o primeiro “Missangas” ao último trabalho “Livros”, recentemente adicionado ao catálogo do Plano Nacional de Leitura.



homem e coro de vozes femininas

O seu concerto homenageia também a obra do seu tio José Afonso de onde colheu grande parte das suas influências. Em toda a sua carreira trabalhou com músicos e intérpretes bem conhecidos nacional e internacionalmente, como José Mário Branco, Fausto Bordalo Dias, Amélia Muge, Júlio Pereira, Filipa Pais, Uxia, Luís Pastor, o grupo Mestisay, Pablo Milanés, Paco Ibañez, Pedro Guerra e Javier Ruibal, Kepa Junkera, Costa Neto, Stewart Sukuma, Juan Carlos Cambas, António Zambujo, Rogério Charraz, entre outros.


“Livros”, o seu último trabalho, é uma viagem pela diáspora e língua portuguesas que materializa, numa musicalidade rica de sonoridades e sensações, num encontro de músicos que cruzam universos musicais partilhados numa empatia única. João Afonso é acompanhado pelos músicos Rogério Pires e António Pinto, e nesta passagem por Coura cruza também com os 27 elementos do CouraVoce, dirigido por Vítor Lima.


‘LUTA LIVRE’ E ‘LIVRE PARA SONHAR’


Já no sábado, também pelas 21h30, o pequeno auditório do Centro Cultural recebe Luís Varatojo e o seu novo projeto ‘Luta Livre’. Depois de projetos como Peste & Sida, Despe e Siga ou A Naifa, é em Luta Livre que Luís Varatojo olha para a sociedade de forma acutilante, fazendo da cantiga a sua arma. Neste 2024 está a celebrar os 50 anos da Revolução dos Cravos com um novo espetáculo especialmente criado para a efeméride, com forte impacto visual e apresentando ao vivo os temas dos álbuns “Técnicas de Combate” (2021) e “Defesa Pessoal” (2023).


A tarde de domingo, pelas 17h00, convida-nos para o espetáculo comunitário ‘Livre para sonhar’. Esta criação parte da pesquisa e de uma série de entrevistas feitas sobre as experiências pré e pós 25 de Abril e de diversas dinâmicas sobre a ideia de sonho, liberdade e rio. O rio como metáfora para um corpo que flui livre e se ramifica noutros pequenos corpos. Um rio que tantas vezes foi atravessado à procura de uma vida melhor. Que corpos são estes? Que sonhos temos? Será tão real a expressão: “Ninguém nos proíbe de sonhar”? Esta apresentação pretende ser essa travessia, as peripécias, as conversas, os discursos, os medos - mas afinal o que mudou? Que novos problemas encontramos? Que liberdades queremos cantar? Pode ser que num futuro ideal, esta travessia seja feita apenas por divertimento.


Ficha Artística:

Direção artística: Rui Souza

Direção musical: Nuno Duarte

Textos e Conceção Visual: Pedro Bastos

Movimento e Conceção Visual: Max Fernandes

Desenho luz: Diogo Mendes

Interpretação/Voz: Comunidade


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