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Parque Nacional da Peneda-Gerês terá 66 milhões de € em projetos de segurança e sustentabilidade

O Centro de Educação Ambiental do Vidoeiro, na Vila do Gerês, foi o palco escolhido para, a 6 de outubro, se oficializar a assinatura entre o Fundo Ambiental e os cinco municípios que integram o Parque Nacional da Peneda-Gerês, entre os quais Terras de Bouro, de vários protocolos de colaboração técnica e financeira que, nesta fase, orçam em 600.000, 00 euros.




homens e mulheres num palco, posando para a fotografia

Na sessão, que contou com a presença do Secretário de Estado da Conservação da Natureza e Florestas, João Paulo Catarino, estiveram presentes Manuel Tibo, Presidente da Câmara Municipal de Terras de Bouro e respetivos vereadores; Nuno Banza, Presidente do Conselho Diretivo do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, João Manuel Esteves, Presidente da Comissão de Cogestão do Parque Nacional da Peneda-Gerês e Presidente da Câmara de Arcos de Valdevez; Marco Rebelo, Secretário-Geral do Ministério do Ambiente e Diretor do Fundo Ambiental; Augusto Marinho, Presidente da Câmara de Ponte da Barca; Sandra Sarmento, Diretora Regional do Norte da Conservação da Natureza e Florestas, Sónia Almeida, da ADERE-Peneda Gerês, para além de outros representantes autárquicos, técnicos e outras personalidades locais convidadas.


No decorrer da sessão, o Secretário de Estado da Conservação da Natureza e Florestas deu a conhecer que o Parque Nacional da Peneda Gerês (PNPG), apresentou projetos no valor de 66 milhões de euros para projetos de sustentabilidade ambiental e segurança na área do parque, elogiando também o trabalho de cogestão que tem sido realizado.


"A assinatura destes protocolos irá viabilizar o projeto de ordenamento da visitação na Cascata de Fecha das Barjas (Thaiti), alvo de uma visita in loco pelos responsáveis durante este dia e que possibilitará a melhoria das condições de segurança daquele local, assim como a instalação de um miradouro e espaços de estacionamento para veículos de segurança e operadores turísticos, significando um investimento de 260 mil euros", indica o Município de Terras de Bouro numa nota enviada às redações.

O Presidente da Câmara Municipal de Terras de Bouro, Manuel Tibo, sublinhou a importância deste investimento, "algo que este Executivo Municipal tanto tem procurado conseguir, tendo em conta o número de acidentes ocorridos no local com turistas", relembra.

homem discursando no palanque perante uma plateia


Parque Nacional da Peneda-Gerês

O Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG) foi criado em 1971 e integra a Rede Nacional de Áreas Protegidas, gerida pelo Instituto da Conservação da Natureza e Florestas (ICNF, I.P.).


É o único Parque Nacional em Portugal. Possui uma geodiversidade com aspetos particulares, ecossistemas relativamente extensos e pouco alterados pelo Homem, uma grande biodiversidade e valores naturais de relevante interesse para a conservação da natureza. Ocupa uma extensa área territorial com cerca de 70 mil hectares, distribuída por 5 concelhos: Melgaço, Arcos de Valdevez, Ponte da Barca, Terras de Bouro e Montalegre Geograficamente, abrange o Planalto de Castro Laboreiro, as serras da Peneda, Soajo, Amarela e Gerês e o Planalto da Mourela.


Para além de Parque Nacional, o território integra grande parte do SIC Peneda-Gerês e da ZPE Serra do Gerês (futura ZEC Peneda-Gerês, Zona Especial de Conservação), é totalmente abrangido pela Reserva da Biosfera Transfronteiriça Gerês-Xurés e inclui a Reserva Biogenética das Matas de Palheiros e Albergaria.


A 3 de março de 2021, através do despacho nº 3022/2021 emitido pelos Gabinetes dos Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e do Secretário de Estado da Conservação da Natureza, das Florestas e do Ordenamento do Território, foi determinada a composição da comissão de cogestão do Parque Nacional da Peneda-Gerês. A comissão de cogestão do Parque Nacional da Peneda-Gerês é um órgão próprio do modelo de

cogestão, que funciona junto da área protegida com funções de natureza operativa.

A duração do mandato da comissão de cogestão é de quatro anos.





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