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Teatro Diogo Bernardes dinamiza Residências Artísticas/Ações de mediação de públicos no mês de janeiro

Em janeiro, o Município de Ponte de Lima através do Teatro Diogo Bernardes, dinamizam um conjunto de ações de mediação de públicos no âmbito do espetáculo/coprodução “O Tamanho das Coisas”, bem como uma residência artística integrada no processo de criação do espetáculo/coprodução “A Matança do Porco do Pai”.





pessoas em reunião de trabalho à volta de uma mesa

Nos dias 11 e 12 de janeiro, realiza-se uma oficina de criação teatral, "Como desenhar um território?", com o Marco Paiva e a Companhia de Artes Performativas em Movimento da APPACDM, Delegação de Ponte de Lima, no Auditório Rio Lima, estando previsto para o dia 13 de janeiro, pelas 15h30, a apresentação pública do produto final de dois dias de intenso trabalho. A entrada é livre e sujeita à lotação do Auditório Rio Lima.


Ainda no âmbito do espetáculo “O Tamanho das Coisas”, terá lugar na Biblioteca Municipal de Ponte de Lima, no dia 13 de janeiro, entre as 9h00 e as 13h00, o atelier de escrita O Tamanho das Coisas. Este atelier, conduzido pelo dramaturgo Alex Cassal, convida performers, autores, escritores, músicos e artistas interessados em trabalhar com a palavra para juntos, escrevermos o final de “O Tamanho das Coisas”. Um passeio pelos bastidores da criação teatral e uma partilha de ferramentas, métodos e exercícios cénicos. As inscrições devem ser efetuadas através da Biblioteca Municipal de Ponte de Lima pelo email biblioteca@cm-pontedelima.pt ou pelo telefone 258 900 411 ou através do Teatro Diogo Bernardes pelo email teatrodb@cm-pontedelima.pt ou pelo telefone 258 900 414.

 

Finalmente, entre os dias 29 e 02 de fevereiro, a Ritual de Domingo - Associação Artística, no âmbito do espetáculo “A Matança do Porco do Pai”, estará em Residência Artística em Ponte de Lima. Nesta Residência Artística irão conhecer pessoas de Ponte de Lima, ouvir as suas histórias: sobre a matança do porco, mas também sobre as suas infâncias, o seu crescimento, e a violência que muitas vezes perpassa o ato de crescer. Autonomizar-se em relação ao mundo que nos precede, muitas vezes implica um ritual de passagem, mais ou menos consciente, em que é preciso de alguma forma “sangrar” para nos tornarmos adultos. A residência servirá também para escrever e testar algumas ideias para a criação do espetáculo.




 

 

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