
Universidade do Minho tem 72 cientistas entre os mais influentes do mundo | Peneda Gerês TV
15 de outubro, 2026.
A Universidade do Minho conta com 72 cientistas integrados no grupo dos 2% mais citados do mundo ao longo do último ano, segundo um estudo divulgado recentemente pela Universidade de Stanford e pela Elsevier.
A instituição académica viu dezenas de investigadores destacarem-se na edição do estudo World's Top 2% Scientists 2026. A lista global engloba quase 250 mil investigadores a nível internacional, contando com 1060 nomes ligados a instituições localizadas em território nacional.

A Universidade do Minho surge representada com 17 unidades e destaca vários investigadores nos primeiros lugares da tabela global. Entre os nomes em destaque encontram-se Natália Cruz-Martins, Paulo Lourenço, Rui L. Reis, Fernando Pacheco-Torgal e Assunção Flores.
O documento elaborado avalia os melhores investigadores em 20 áreas científicas distintas e 174 disciplinas. A análise tem em consideração o índice de cada investigador, o volume de publicações produzidas e o número de citações obtidas pelos respetivos trabalhos, com base nos dados registados na base Scopus referentes ao ano de 2025.
A iniciativa de publicar esta listagem anual começou em 2019. O projeto tem como finalidade principal criar um repositório público direcionado para o impacto e a influência dos investigadores no progresso do conhecimento científico, combatendo em simultâneo eventuais abusos relacionados com a autocitação.
No que respeita à distribuição interna na academia minhota, o Centro de Engenharia Biológica lidera com 19 investigadores integrados na lista. O Centro de Física conta com dez representantes, o Grupo 3B's surge com oito elementos e o Centro Algoritmi apresenta seis cientistas distinguidos.
Outras unidades da academia também marcam presença com vários representantes, como o Centro de Microssistemas Eletromecânicos e o Instituto de Investigação em Ciências da Vida e Saúde. A listagem estende-se igualmente a centros ligados às ciências têxteis, química, engenharia de estruturas, estudos da criança, território e ambiente, biologia molecular, gestão, ciências sociais e ciências da terra.
O estudo divulgado pelas instituições norte-americana e pelo grupo editorial apresenta ainda uma segunda listagem centrada na carreira dos investigadores. Nesta vertente, a Universidade do Minho surge representada por Marian Brownell Anderson, José Covas, Júlio Viana, Manuel Filipe Costa, Yuliy Bludov e Wolfram Erlhagen.





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