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Viana do Castelo investiu 341 mil euros na reabilitação de dois troços das margens do Rio Lima

A Câmara Municipal de Viana do Castelo investiu 341.277 euros na reabilitação de dois troços das margens do Rio Lima, o principal curso de água do concelho, uma das principais atrações do território e um dos corredores ecológicos mais importantes pela vasta biodiversidade e variados serviços de ecossistemas que presta.





estacas a segurar margem esquerda do rio Lima

No Dia Mundial das Zonas Húmidas, 2 de fevereiro, este ano subordinado ao tema “Bem-estar Humano”, destaque para uma candidatura apresentada pelo Município de Viana do Castelo ao Programa Operacional COMPETE2020 - REACT-EU Reabilitação da Rede Hidrográfica, que teve como objetivo a intervenção de zonas das margens do rio que apresentavam graves problemas erosivos.


"Os trabalhos preconizados assentaram numa estratégia de desenvolvimento sustentável para as margens das linhas de água e para a sua envolvente, através da implementação de soluções de reabilitação fluvial mais próximas da Natureza, em cerca de 4,5 quilómetros, que promovem a consolidação das margens e a resiliência do território face ao impacto do risco das cheias, bem como a criação de um ambiente mais saudável", explica o Município de Viana do Castelo em nota de imprensa.


Para o efeito, detalha, "foram identificados dois troços das margens do Rio Lima, um compreendido entre a União de Freguesias de Mazarefes e Vila Fria e Vila Franca (margem esquerda), vulgarmente conhecida como Veiga de S. Simão, uma das zonas húmidas mais importantes do concelho, com valores naturais de extrema relevância para o bem estar humano, e um segundo troço compreendido entre a União de Freguesias de Torre e Vila Mou e Lanheses (margem direita), que apresentavam graves problemas de erosão, onde foram implementadas diferentes técnicas de reabilitação, adaptadas às características de cada um dos locais."


Das técnicas de engenharia natural aplicadas, salientam-se a estacaria viva, o entrançado, as faxinas vivas, o enrocamento, o esporão e a plantação de espécies nativas.

Com estas intervenções estima-se que a curto/médio prazo seja reestabelecido o equilíbrio natural do ecossistema local.


O restauro das zonas húmidas é essencial para superar a crise climática e da biodiversidade e para cumprir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável para benefício de todas as pessoas. Assim, este projeto contribui também para a implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis 3|Saúde de qualidade, 11|Cidades e comunidades sustentáveis, 13|Ação climática, 14|Proteger a vida marinha, 15|Proteger a Vida Terrestre, 17|Parcerias para a Implementação dos Objetivos.




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