Câmara Municipal apresentou tomo 59 dos Cadernos Vianenses | Peneda Gerês TV
- Jorge da Costa

- há 3 dias
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11 de agosto, 2026.
A Biblioteca Municipal de Viana do Castelo recebeu hoje, a sessão de apresentação do tomo 59 dos Cadernos Vianenses, uma publicação municipal com mais de quatro décadas dedicada à preservação e valorização da identidade cultural do concelho.
A Biblioteca Municipal de Viana do Castelo foi palco da apresentação oficial do tomo 59 dos Cadernos Vianenses, um marco para uma publicação municipal que conta já com mais de quatro décadas de existência. O periódico assume-se como uma referência incontornável na preservação, estudo e valorização da identidade cultural e histórico-social do concelho.

A nova edição impressa reúne diversos textos da autoria de personalidades vianenses. Os artigos abordam um amplo leque temático que cruza a história local, o património e o arquivo municipal, refletindo o trabalho de investigação desenvolvido em torno do território.
Entre os temas tratados nas páginas desta publicação encontram-se as primeiras obras de reparação da ponte Eiffel e os trezentos anos da construção do Palácio do Eirado de S. Domingos. A edição destaca ainda a cadeia de Viana do Castelo e o seu lugar na história local, bem como o estudo sobre as pirogas monóxilas do rio Lima e os espaços e memórias urbanas.
O volume integra igualmente investigações dedicadas às algas marinhas industrializáveis, ao mobiliário pata de leão no exercício da política local e à análise da correspondência trocada entre Abel Viana e Leandro Quintas Neves. A publicação contempla ainda contributos sobre os vianenses Alfredo Reguengo e Machado Fernandes, além de dar continuidade aos artigos dedicados ao Arquivo Municipal.
Durante a sessão pública, o Presidente da Câmara Municipal, Luís Nobre, expressou agradecimento pelo contributo de todos os autores envolvidos na obra. O autarca assumiu o compromisso político e institucional de dar continuidade à publicação, destacando o rigor e o significado simbólico da iniciativa.
O edil frisou que os Cadernos Vianenses "representam o que fomos, mas também a dinâmica coletiva do que somos", sublinhando a importância da memória para o futuro do concelho. No mesmo sentido interveio o vereador com o pelouro da Cultura, Manuel Vitorino.
O responsável municipal enfatizou que a obra constitui "o repositório do património e da identidade de Viana do Castelo, mas também da geografia de afetos", uma vertente que fica patente nos diferentes testemunhos e artigos reunidos ao longo das páginas do novo volume.




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