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Autarca de Viana do Castelo assina 22 protocolos sociais no valor global de 325 mil euros

O Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, Luís Nobre, assinou ontem os Protocolos de Colaboração com IPSS e Instituições e Movimento Associativo para 2023, cujo valor global ascende a mais de 325.224 euros para apoiar 22 coletividades vianenses.




pessoas assinando documentos em cima de uma mesa

No momento, que contou com a presença da Vereadora da Coesão Social, Carlota Borges, o autarca agradeceu às instituições o trabalho desenvolvido diariamente em prol dos vianenses e do concelho.

mulher e homem de pé, falando para pessoas sentadas numa sala
Carlota Borges e Luís Nobre

O Município de Viana do Castelo aprovara, em reunião ordinária, no mês passado, este conjunto de apoios sociais a várias IPSS e outras instituições do concelho, “na medida em que a promoção da coesão social é uma prioridade para o nosso território, sendo apenas possível com a criação de plataformas de cooperação entre as diversas entidades do nosso concelho”. Nesse sentido, “o contributo para a erradicação e atenuação da pobreza, da exclusão, da melhoria da qualidade de vida da população é possível através do estímulo da promoção do desenvolvimento territorial, sendo uma das prioridades do Município de Viana do Castelo através da rede social”.

mão de homem assinando documentos em cima de mesa de madeira

“As IPSS e demais instituições do concelho de Viana do Castelo que atuam na área da coesão social têm um papel fundamental no apoio às várias problemáticas socias”, o que são “fatores fundamentais” para justificar estes protocolos agora firmados.

pessoas sentadas numa sala, olhando em frente

Assim, com o GAF – Gabinete de Atendimento à Família, o valor mensal é de 2.527 euros protocolados, que garante a renda da Casa Abrigo (apoio a mulheres vítimas de violência) e o contributo ao apoio a necessidades específicas e pontuais de famílias e utentes do GAF.


Com a Sociedade de S. Vicente de Paulo – Conselho Central de Viana do Castelo, o apoio mensal é de 750 euros e com a Cáritas Diocesana de 2.000 euros, ambos os protocolos visando o contributo ao apoio a necessidades específicas e pontuais de famílias sinalizadas (Sociedade de S. Vicente de Paulo) e famílias migrantes (Cáritas).


Com a ACAPO – Delegação de Viana do Castelo, o protocolo pressupõe 500 euros por mês para o centro de atendimento, acompanhamento e animação, na comparticipação de renda e transporte dos utentes.


O protocolo com o Centro Social e Paroquial de Nossa Senhora de Fátima – Berço Nossa Senhora das Necessidades prevê 300 euros por mês para comparticipação da renda da Loja Social.


Com a íris Inclusiva, o protocolo prevê 300 euros mensais para a renda das instalações e 400 euros mensais para contributo ao cabal desenvolvimento dos fins sociais da instituição, totalizando 700 euros/mês.


Com a APCVC – Associação de Paralisia Cerebral de Viana do Castelo, o protocolo implica uma verba mensal de 700 euros para a renda do CAO. Já com a Re-food 4 Good – Associação, o protocolo ascende a 875 euros por mês, que apoiam a renda do Centro de Operações, comparticipações nas despesas inerentes ao funcionamento do Centro de Operações e comparticipação nas despesas resultantes da viatura afeta ao desenvolvimento da sua atividade.


Com a APPACDM, o protocolo prevê 250 euros por mês para comparticipação das despesas com programas de reabilitação do indivíduo portador de deficiência. Já com a Associação de Reformados e Pensionistas do Distrito de Viana do Castelo, a verba de 650 euros/mês irá apoiar despesas inerentes ao funcionamento da IPSS.


A Casa dos Rapazes e Oficinas de S. José recebe 500 euros/mês para despesas relacionadas com os fins prosseguidos pela associação, entre formação e oportunidade de inserção social dos utentes. Já com a Cruz Vermelha Portuguesa – Centro Humanitário do Alto Minho, o protocolo define 550 euros mensais para despesas associadas à loja social e apoio social a famílias carenciadas.


Com o Centro Social e Paroquial da Areosa o protocolo prevê 350 euros/mês para colaboração na resposta a necessidades das famílias apoiadas. Com a Fundação AMA Autismo ficou definido 3.000 euros por mês, para comparticipação dos custos de contratação de equipa técnica especializada e comparticipação dos custos inerentes ao funcionamento e manutenção do edifício e seu logradouro.


A Fábrica da Igreja Paroquial de São Lourenço da Montaria recebe 500 euros/mês para contributo à prestação de serviços de alimentação e higiene a munícipes carenciados. A Methamorphys recebe 825 euros/mês para contributo para as despesas mensais afetas ao edifício e apoio na renda da loja social.


O Lar de Santa Teresa é apoiado com 10.000 euros/mês para apoio ao desenvolvimento da sua missão nas várias respostas da instituição, para apoio no transporte dos utentes do lar, centro de dia, casa de acolhimento e creche. A verba auxilia ainda no apoio nas despesas com o pessoal do serviço de limpeza e apoio nas despesas de manutenção do edifício da casa de acolhimento.


Já a Associação de Dadores de Sangue da Meadela é apoiada com 800 euros por mês para contributo para as despesas referentes à renda do edifício sede. A Associação de Reformados e Pensionistas de Barroselas recebe 450 euros mensais para comparticipação das despesas em programas de apoio aos idosos e a Associação de Dadores de Sangue da Areosa recebe 300 euros mensais para auxiliar despesas referentes à renda do edifício sede.


Para o apoio animal, a autarquia estipula 200 euros mensais para a Associação Gatos de Ninguém e 375 euros mensais para a Resgate Animal Associação, nos dois casos para comparticipação dos custos inerentes ao funcionamento e manutenção da sua missão de resgate e acolhimento de animais.





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