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CiTin reconhecido pelo Ministério da Economia como Centro de Tecnologia e Inovação



Unidade em Arcos de Valdevez é um dos cinco novos CTI - Centros de Tecnologia e Inovação de Portugal, e passa a ter acesso a financiamento base e a participar sem restrições em programas de financiamento competitivos.

A região do Alto Minho abre em definitivo as portas da inovação tecnológica, depois de o CiTin – Centro de Interface Tecnológico Industrial, instalado no complexo InovArcos, em Arcos de Valdevez, ser reconhecido como Centros de Tecnologia e Inovação (CTI) pelo Ministério da Economia.


Este reconhecimento permite ao CiTin "dar continuidade à sua missão de promover o desenvolvimento de atividades de investigação aplicada, a transferência de tecnologia e a formação avançada, que beneficiará não só os seus associados, mas também toda a indústria do Alto Minho.", lê-se na nota de imprensa do CiTin.


São cinco as novas entidades a integrar a rede nacional, que conta agora com 31 CTI, após recomendação feita pela Agência Nacional de Inovação (ANI), seguida de despacho favorável emitido pelo Secretário de Estado da Economia.


Sérgio Ivan Lopes, diretor do CiTin, congratula-se por este reconhecimento, falando dos benefícios que ele acarretará para a região. “Este reconhecimento permitirá ao CiTin participar em programas de financiamento específicos que venham a ser criados para os CTI, como é o caso da Missão Interface prevista no PRR com uma dotação orçamenta que ronda os 80 milhões de euros. E isto tem uma importância acrescida não só para o CiTin, mas também para a região, porque permitirá democratizar o acesso das empresas da região ao ecossistema de inovação nacional, bem como alavancar mais financiamento competitivo, ou seja, trata-se de uma oportunidade para toda a indústria da região”.


ATÉ FINAL DO ANO, CiTin IRÁ CONTAR COM 14 INVESTIGADORES


As mais-valias estão expressas a diversos níveis, uma vez que o reconhecimento agora obtido irá também “permitir ao CiTin obter um financiamento base, calculado em função dos resultados alcançados, reduzindo, assim, a dependência de fontes de receita competitiva e fomentando a disponibilização de serviços às empresas, equilibrando as receitas entre atividade económica e não económica”, acrescenta Sérgio Ivan Lopes.


Quem também destaca a projeção do CiTin é Carlos Rodrigues, presidente do Conselho de Administração do Centro. “Este reconhecimento assume elevada importância para o bom funcionamento do CiTin. O facto de agora integrar a rede nacional de CTI vai possibilitar, entre outros, candidatar-se, em circunstâncias de igualdade, com os demais centros do país. Teremos financiamento base e também a possibilidade de integrar consórcios, uma vez que o CiTin é agora mais atrativo para captar financiamento. Poderemos também responder a concursos nacionais e internacionais”.


Até ao final do ano, a Unidade instalada em Arcos de Valdevez aumenta a equipa, passando a contar com 14 investigadores altamente qualificados, três deles internacionais. O CiTin integra três departamentos: o Departamento de Sistemas Avançados de Produção, o Departamento de Sistemas Ciberfísicos e o Departamento da Mobilidade e Ambiente.


Sobre o CiTin

O CiTin é uma associação científica, tecnológica e de assistência técnica, sem fins lucrativos e de natureza privada, que visa o desenvolvimento de atividades de I&D Aplicada, transferência de tecnologia e formação avançada, operando como um motor de inovação no ecossistema industrial regional, nacional e internacional.

A criação do CiTin resultou dos esforços de várias entidades da região, como o Instituto Politécnico de Viana do Castelo, a CIM Alto Minho, a Câmara Municipal de Arcos de Valdevez, a CEVAL (Confederação Empresarial do Alto Minho), a In.Cubo (Incubadora de Iniciativas Empresariais Inovadoras) e pelas empresas Antolin Lusitania, BMVIV, Coindu, DS Smith, EMIR, Metaloviana, NM3D, Portas Arcoense, SONORGÁS, The Tomorrow Company, TINTEX e West Sea. Já recentemente, a Universidade do Minho passou também a integrar o CiTin.




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