Obras do novo mercado municipal de Viana do Castelo obrigam a alterações no trânsito | Peneda Gerês TV
- Jorge da Costa

- 2 de abr.
- 2 min de leitura
02 de abril, 2026.
A partir da próxima terça-feira, dia 7 de abril de 2026, o avanço dos trabalhos de construção do novo Mercado Municipal de Viana do Castelo vai obrigar a um conjunto de alterações significativas na circulação rodoviária nas imediações do estaleiro da obra. Esta intervenção, promovida pela Câmara Municipal de Viana do Castelo, visa viabilizar a empreitada que promete transformar o centro da cidade através da reabilitação do espaço onde anteriormente se localizava o Edifício Jardim.
O plano de condicionamentos prevê o corte total de trânsito na Praça Frei Gonçalo Velho e na Avenida Luís de Camões, especificamente no troço entre a Rua Nova de S. Bento e o arruamento nascente da referida praça. Adicionalmente, haverá uma inversão ou alteração do sentido de trânsito em artérias importantes como a Rua José de Brito, a Rua Pedro Homem de Melo e a Rua do Caleiros, exigindo atenção redobrada por parte dos condutores que circulam na zona histórica.

A autarquia informou ainda que haverá condicionamentos pontuais no troço entre a Rua Abel Viana e a Rua Nova de S. Bento, estendendo-se ao Largo João Tomás da Costa e ao Largo das Almas. Para veículos pesados, com peso bruto superior a 3,5 toneladas, a circulação ficará estritamente proibida na Rua do Gontim e no Largo João Tomás da Costa. Segundo a nota oficial, as alterações estarão devidamente sinalizadas no local e "deverão prolongar-se pelo prazo estimado de dois anos".
Este projeto é encarado como um pilar fundamental para o futuro da capital do Alto Minho. Segundo o município, "esta empreitada corresponde a um projeto estratégico para requalificar o centro histórico, para valorizar o comércio local, melhorar as condições dos atuais comerciantes e criar uma nova centralidade urbana para Viana do Castelo". O novo edifício, que nasce no local do antigo Prédio Coutinho, contará com uma área bruta de construção superior a 8.500 metros quadrados, distribuída por três pisos.
O complexo foi desenhado para ser um polo dinamizador, prevendo o projeto de arquitetura que o futuro espaço comercial conte com "um total de 56 bancas, 28 espaços comerciais/serviços e ainda com 91 lugares de estacionamento em cave". A intervenção não se limita à estrutura física, integrando também a reabilitação de todo o espaço envolvente exterior para melhor usufruto dos cidadãos.




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