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António Franco Alexandre vence a 1ª edição do Grande Prémio de Poesia Diogo Bernardes


António Franco Alexandre é o vencedor da primeira edição do Grande Prémio de Poesia Diogo Bernardes. O galardão, que foi atribuído ao livro Poemas (Assírio & Alvim), vai ser entregue ao autor no dia 24 de outubro, Dia do Município de Ponte da Barca.

"A decisão foi tomada por unanimidade" pelo júri constituído por Cândido Oliveira Martins, José Manuel de Vasconcelos e Rita Patrício que, "nesta primeira edição, a título excecional, contemplou obras saídas nos anos de 2019, 2020 e 2021."


O valor do Grande Prémio é de 12.500,00€.


Recorde-se que o Grande Prémio de Poesia Diogo Bernardes, com a coordenação da Associação Portuguesa de Escritores e com o patrocínio da Câmara Municipal de Ponte da Barca, "pretende conferir uma maior divulgação do poeta barquense, Diogo Bernardes que é um dos mestres da nossa Literatura clássica, e destina-se a galardoar anualmente uma obra em português e de autor português, publicada integralmente e em 1.ª edição, obras completas de poesia ou antologias poéticas de autor."


António Franco Alexandre

António Franco Alexandre nasceu a 17 de junho de 1944, em Viseu. Fez os seus estudos académicos nas áreas de Matemática e Filosofia em França (primeiro, em Toulouse, depois em Paris) e nos EUA (Harvard). Após o seu regresso a Portugal, em 1975, é convidado para professor de Filosofia na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde lecionou até meados de 2009. Embora se tenha estreado como poeta ainda na década de sessenta, é sobretudo a partir da publicação de Sem Palavras nem Coisas (1974) que a sua obra se afirmou.

Uma voz incontornável no nosso panorama literário, são suas algumas das obras mais significativas da poesia portuguesa contemporânea: Os Objectos Principais (1979), A Pequena Face (1983 – Grande Prémio de Poesia do PEN Clube Português), Quatro Caprichos (1999 – Prémio Luís Miguel Nava, Grande Prémio APE de Poesia), Duende (2002 – Prémio D. Dinis e Prémio Correntes d'Escritas), Aracne (2004).




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